Em fevereiro/março de 1998, viajei a Madras, Índia, para estudar o princípios da ciência Vastu aplicados à arquitetura. Por meio de meu trabalho e pesquisa nos três anos anteriores, eu tomara conhecimento de uma tradição de arquitetura sagrada que, segundo se dizia, fundamentava-se em princípios básicos das leis da natureza. Naquela época, eu fora comissionado para projetar dois edifícios que seguiam o que meus clientes chamaram arquitetura Sthapatya Védica. Pediram que eu trabalhasse diretamente sob a orientação de um projetista na Europa. Fui orientado por este projetista a criar uma planta baixa e uma planta alta seguindo certos princípios básicos de distribuição de cômodos, a seguir deveria enviá-las a ele para revisão.









